Segundo o relato, a polícia egípcia parou a van em que ela e outros visitantes faziam um passeio. Os agentes recolheram os passaportes e levaram o grupo para a delegacia, onde todos ficaram sentados por horas, sem água.
Malévola, que é uma mulher trans, denuncia ter sofrido importunação sexual, discriminação e tratamento degradante. Ela diz que foi tratada “como criminosa” e associa o tratamento à sua identidade de gênero.
A influenciadora também afirma que pediu ajuda a um policial depois de ser assediada, assim como uma amiga que estava com ela, mas que nada foi feito.
No Egito, há acusações de atos obscenos e importunação ligadas a vídeos gravados durante a viagem, e o processo ainda está em andamento. Malévola nega ter desrespeitado a população local ou uma mesquita e explica que os vídeos eram de comédia, gravados com consentimento.
Apesar do processo, ela garante que não pretende voltar ao país.




